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As tendências de Marketing de Influência para 2026

Em 2025, vimos o conteúdo de longa duração a ganhar força; a criação de conteúdo moldou-se para cada plataforma; a vida offline e as experiências físicas foram privilegiadas e as redes sociais tornaram-se também num motor de pesquisa. Mas de 2026, o que podemos esperar?

2026 is the new 2016. A nostalgia será uma tendência poderosa em 2026. O público vai revisitar e conectar-se com as tendências de 2016, criando um vínculo emocional com as marcas.

Behind the scenes is the King.

Conteúdos autênticos e os bastidores ganham ainda mais relevância. O real life é o novo luxo, mesmo quando encenado, como a stunt de Timothée Chalamet para o lançamento de Marty Supreme, que redefiniu o marketing cinematográfico em 2026.

Creative chaos.

Estrelas, como Charli XCX e Addison Rae, estão a impulsionar a estética messy girl, onde o maximalismo, os charms, os detalhes imperfeitos e até as ciginfluencers se tornam símbolos de autenticidade.

Goodbye AI: the human flex. 

Um dos maiores flexes de 2026 será not made by AI. O backlash a campanhas como as da McDonald’s mostra que o uso de IA sem propósito já não passa despercebido.

Staff: os novos influenciadores.

Pessoas do círculo próximo de figuras públicas, como assistentes pessoais ou chefs, estão a afirmar-se como novos influenciadores de marca.

Padel: o novo pilates.

Com a entrada do fenómeno do Padel nos EUA, a modalidade prepara-se para se tornar no novo pilates, tal como F1 & Tennis Core em 2024.

Experiência + Consumidores.

A experiência de marca vai além dos influenciadores. Ativações imersivas com os consumidores criam conexões emocionais duradouras, como a viagem de Emily in Paris ou a experiência da L’Oréal nos Alpes, gerando valor para além da conversão e tornando a marca memorável.

Carrosséis são os novos vlogs.

Micro-vlogs em formato estático vão tornar-se um formato recorrente. Para além dos recaps de dia, ganham espaço em receitas, DIY, BTS ou dicas, sempre adaptados ao estilo do criador.

Falando de números...

AI & Conversão.

Plataformas de AI vão impulsionar a conversão diretamente nos canais de e-commerce, criando uma experiência personalizada e fluida para o consumidor.

Creator-Led Ads.

O boost de conteúdos de influenciadores gera mais engagement do que os tradicionais anúncios.

Comentários = Protagonistas.

Plataformas estão a priorizar o tempo que os utilizadores passam a interagir com o conteúdo em vez do número de visualizações. São também os comentários significativos que levam a boas taxas de watch full video, assegurando que a audiência recebeu o impacto total do mesmo.

PsychoGraphics > Demographics.

A segmentação baseada em psicografia (personalidade, interesses e valores) substituirá a segmentação por dados demográficos, sendo importante a personalização de conteúdo para grupos de interesses em comum.

Resumindo, espera-se mais vida real, mais imperfeição e mais proximidade, seja nos conteúdos de vida real, nas estéticas menos polidas ou na valorização de conteúdo not made by AI. A influência deixa de ser apenas performance e passa a ser presença, contexto e ligação emocional.

Marcas e criadores que entendem esta mudança não estão só a comunicar: estão a criar relações.